Participar en póker inclusivo en el ciberespacio

A inclusão escolar é o processo de adequação da escola para que todos os alunos possam receber uma educação de qualidade, cada um a partir do conhecimento que chega à escola, independente da raça, etnia, gênero, situação socioeconômica, deficiências etc.

a escola que deve ser capaz de atender todo o tipo de aluno e de lhe oferecer uma educação de qualidade, ou seja, respostas educativas compatíveis com suas habilidades, necessidades expectativa.

Por sua vez a inclusão escolar é um processo de adaptação do aluno as estruturas físicas, administrativas, curricular, pedagógica e política da escola. Importante se faz destacar que a essência da educação inclusiva consiste na negação da uniformidade, respeitando a singularidade do indivíduo em sua igualdade de direitos, onde todos os alunos possam aprender juntos sem nenhuma forma de discriminação.

Por isso não basta só garantir sua matrícula, mas um processo onde todos os integrantes do sistema precisam se comprometer para que a escola realmente seja um espaço sem exclusões e com possibilidade de profundas transformações na prática educacional e na construção de uma sociedade igualmente inclusiva, o que ocorre de forma gradativa, por meio da consciência coletiva que repercute em conquistas nas políticas públicas, que possuam por base a educação perpassada pela qualidade, de forma a respeitar a diversidade dos estudantes guiados pelos gestores da escola como afirmam Booth e Ainscow e Sebastián-Heredero Na tentativa de possibilitar o processo de ressignificação da escola e do ensino em uma perspectiva inclusiva, na essência do termo, se faz importante a adoção de novos referenciais teórico-metodológicos para sustentar o intento do desenvolvimento de um projeto educativo que permita que a inclusão seja, de fato, um direito exercitado por meio das diferentes práticas de ensino dentro de um projeto de escola, o que requer, por parte de todos os envolvidos neste campo, a construção de possibilidades investigativas em prol da articulação do ensino e da aprendizagem significativa.

Trata-se do desenvolvimento de uma educação compreendida como meio de emancipação e libertação, na busca por ultrapassar as situações-limite que envolvem a educação no que diz respeito à superação da cultura e do assistencialismo, que por muito tempo se fez e ainda se faz presente nas instituições escolares, sob o viés de uma prática equivocada de inclusão FREIRE, Por Escola Inclusiva compreende-se aquela que é receptiva e responsiva, não dependendo apenas dos gestores e educadores, mas também das transformações nas políticas públicas educacionais que carecem ser realizadas, uma vez que a garantia e construção da Escola Inclusiva não consiste apenas na tarefa do gestor escolar, embora ele possua papel singular nesse processo.

Aranha argumenta que a inclusão consiste na aceitação da diversidade da vida em sociedade, bem como se configura como garantia do acesso de oportunidades para todos. Logo, apenas a teoria e a legislação são insuficientes para assegurar o direito de todos, uma vez que a teoria e a legislação, por si só, não garantem a efetivação das ações desenvolvidas no cotidiano escolar.

A percepção de Rodrigues , p. Assim, podemos afirmar que a Educação Inclusiva tem a tarefa de tratar a diversidade como elemento principal para o desenvolvimento do trabalho pedagógico. O objetivo do fazer pedagógico inclusivo consiste na busca pelo sucesso escolar, de forma a estimular a permanência do aluno na escola.

Destaca, dentre tais recursos, os próprios alunos AINSCOW, , e menciona que a inclusão em educação implica em:. AINSCOW , p. O exercício da Educação contém um desafio: usar de métodos testados, avaliados, comprovados para indicar caminhos de um futuro ainda não trilhado.

A velocidade com que as inovações reconfiguram os modelos de interpretação da vida cotidiana em nossa sociedade desnudou da forma mais crua o dilema que atores pedagógicos jogam no processo educativo.

Há que se imaginar que o educador represente diferentes papéis durante as diversas fases de crescimento dos educandos. Exercícios concretos e divergentes podem ser identificados: primeiramente, na fase inicial quando se trata de conduzir a aprendizagem para o desvendamento de códigos que permitam entender linguagens de diferentes ciências; depois na fase mais madura quando é possível, a partir dos códigos, criar novas formas, inclusive questionando — critica e criativamente — os sistemas científicos vigentes, exercendo a habilidade da reflexão e da análise.

Quando se fala de Educação Inclusiva faz-se necessário discorrer sobre a temática pensando o papel do gestor escolar, o qual assume importante papel no contexto escolar, tendo em vista a especificidade de sua função, que consiste em articular os aspectos administrativos aos de gestão e, consequentemente, ao pedagógico.

O diretor deve ser o principal revigorador do comportamento do professor que demonstra pensamentos e ações cooperativas a serviço da inclusão. É comum que os professores temam inovação e assumam riscos que sejam encarados de forma negativa e com desconfiança pelos pares que estão aferrados aos modelos tradicionais.

O diretor é de fundamental importância na superação dessas barreiras previsíveis e pode fazê-lo através de palavras e ações adequadas que reforçam o apoio aos professores. SAGE, , p.

Ou seja, a percepção é a de que os gestores escolares se constituem como agentes fundamentais para que o trabalho seja eficaz, tendo em vista que eles ocupam lugar de liderança, portanto, são responsáveis pela estabilidade do sistema.

Ibidem, p. Nessa direção, a medida inicial para a concretização de uma Escola Inclusiva consiste na construção de uma comunidade igualmente inclusiva e com capacidade para englobar o planejamento e o desenvolvimento do currículo. A seguir, se faz importante a preparação do conjunto dos atores escolares para desenvolver um trabalho cooperativo, no sentido de compartilhar seus saberes, para realizar a prática de um programa na perspectiva contínua e coletiva.

Por fim, se faz necessário criar mecanismos de comunicação entre a comunidade e a escola, a fim de estabelecer tempo para reflexão sobre a prática desenvolvida.

O papel do diretor em provocar as mudanças necessárias do sistema em cada nível — o setor escolar central, a escola e cada turma — é essencialmente um papel de facilitação. A mudança não pode ser legislada ou obrigada a existir. O medo da mudança não pode ser ignorado.

O diretor pode ajudar os outros a encararem o medo, encorajar as tentativas de novos comportamentos e reforçar os esforços rumo ao objetivo da inclusão.

Menciona ainda o citado autor que a burocracia nas escolas diminui a capacidade de decisão dos professores, ocasionando a prática de serviços improvisados e sem qualidade máxima, impossibilitando a concretização da forma de trabalho cooperativo, condição para a materialização de uma educação inclusiva.

A ideia do autor, com a qual a pesquisadora coaduna, é a de que a formação da equipe oportuniza formas para capacitar pessoas com capacidade de liderança na escola, o que permite a cooperação entre os pares. Nesse sentido, a equipe gestora desempenha papel relevante no cenário educativo e no contexto de.

Sage destaca também que o gestor escolar consiste na pessoa de maior responsabilidade no sentido de fazer com que a inclusão aconteça na escola, de forma a abrir espaços e promover troca de experiências essenciais, bem como na feitura de uma gestão perpassada pela democracia e participação, uma vez que, como gestor, possui possibilidade de ação para, conforme a maneira como desenvolve seu trabalho junto à comunidade, pode favorecer, além da formação, também a consolidação das equipes de trabalho.

Podemos inferir, portanto, que o gestor escolar deve se colocar à disposição para atuar por meio de uma prática inclusiva, devendo, necessariamente, se envolver na prática e organização das reuniões pedagógicas, das ações voltadas para o atendimento à acessibilidade universal, de forma a perceber e propor adaptações curriculares necessárias, seja na perspectiva macro ou micro, a fim de possibilitar a troca e o suporte entre todos os profissionais externos e especialmente junto à comunidade escolar:.

Diante da orientação inclusiva, as funções do gestor escolar incluem a definição dos objetivos da instituição, o estímulo à capacitação de professores, o fortalecimento de apoio às interações e a processos que se compatibilizem com a filosofia da escola.

A prática da educação inclusiva só pode se tornar realidade em qualquer lugar quando as informações, os recursos, os sucessos e as adaptações se articularem às esferas federais, estaduais e municipais, possibilitando um relacionamento vivo entre União, Estados e municípios.

A autora chama a atenção para o fato de que a troca de informações entre os diferentes profissionais se faz importante para o progresso da qualidade educacional, a fim de que a ação pedagógica possa ser refletida individual e coletivamente, permitindo a articulação e construção de uma nova prática.

Para Carvalho , p. Faz-se importante chamar a atenção para o fato de que não só o gestor deve apoiar a ação do professor, mas também o contrário necessita acontecer. Os professores precisam apoiar o gestor em suas ações, assim como a equipe de gestão escolar. A inclusão requer, além da adaptação física e de mobiliários e estrutura para garantir a educação inclusiva, também de ações inclusivas.

Desse modo, além de eliminar as barreiras arquitetônicas dos prédios escolares se faz essencial um novo olhar sobre o currículo escolar, de forma a proporcionar a todos ter acesso aos processos de aprendizagem e desenvolvimento:.

À gestão escolar cabe muito mais do que uma técnica, cabe incentivar a troca de ideias, a discussão, a observação, as comparações, os ensaios e os erros, é liderar com profissionalismo pedagógico.

Cada escola tem sua própria personalidade, suas características, seus membros, seu clima, sua rede de relações. Tezani, , p. Compreendo que a educação inclusiva deve possibilitar, na prática diária, um clima organizacional positivo e capaz de estimular o saber e a cultura, a fim de proporcionar aos alunos o desenvolvimento de conhecimentos técnicos, éticos, políticos e humanos, para que se tornem pessoas emancipadas e autônomas.

Necessário se faz desenvolver uma transformação social e educacional, de forma a abandonar as práticas individuais, pré-condição para o desenvolvimento de ações coletivas.

Para Rodrigues , esse aspecto se apresenta como um desafio ao desenvolvimento da profissão do gestor, na realização de uma proposta de educação inclusiva, uma vez que o mesmo não é um técnico que aplica técnicas normalizadas e previamente conhecidas, mas sim um funcionário que coloca em prática funções circunscritas a uma cadeia hierárquica antecipadamente definida:.

A profissão de gestor escolar exige imensa versatilidade, dado que se lhe pede que aja com grande autonomia e seja capaz de delinear e desenvolver planos de intervenção com condições muito diferentes. Para desenvolver esta competência tão criativa também uma formação profissional. Rodrigues afirma ainda que o alcance de competência para a gestão inclusiva só poderá ser adquirido mediante uma prática continuada, reflexiva e coletiva, uma vez que a Educação Inclusiva consiste no resultado do comprometimento com a educação do conjunto dos alunos e equipe escolar, o que exige o envolvimento coletivo para desenvolver um projeto nessa modalidade educacional.

Nessa perspectiva, ainda de acordo com Falsarella , o gestor, permeado pelas dimensões política, ética, teórica e técnica, ou seja, pelos valores éticos, realiza a articulação contextual desses conhecimentos e desenvolve progressivamente o desempenho de sua função na escola.

Esta perspectiva se ilustra na figura a seguir:. Dimensões da gestão escolar. A Educação Inclusiva se concretizará nas unidades escolares quando as medidas de gestão, articuladas às ações técnicas, políticas, teóricas e éticas forem adotadas pela equipe escolar como práticas diárias, auxiliadas pela opção política de construção de um sistema inclusivo.

A educação consiste em uma ação coletiva e a colaboração se configura como a essência desse ato intencional. Etimologicamente, segundo Cegala , p. No que se refere ao desenvolvimento do trabalho de colaboração em equipe, Mendes destaca que a coletividade consiste em um elemento de suma importância para promover a troca de experiência e de aprendizagem, de forma a possibilitar, além do.

Na escola, o diretor é a pessoa responsável pela gestão da unidade e de todos os que nela convivem. A gestão, portanto, é que permite superar a limitação da fragmentação e da descontextualização e construir, pela ótica abrangente e interativa, a visão e orientação de conjunto, a partir da qual se desenvolvem ações articuladas e mais consistentes, necessariamente, portanto, constitui ação conjunta de trabalho participativo em equipe.

Lück, , p. De acordo com Falsarella , o gestor usa sua competência para compartilhar decisões e articular o trabalho da equipe escolar, com foco na aprendizagem dos estudantes e levando em conta o contexto socioeconômico e cultural. Nesta abordagem, sendo o gestor um articulador de saberes, pessoas, procedimentos e valores, e em conformidade com o sistema de ensino, possui papel importante no sentido de articular a gestão de pessoas, a gestão dos recursos e a gestão pedagógica, tendo que desenvolver ações dinâmicas e interativas com foco na realidade em que a escola se encontra inserida, de forma a atingir sua finalidade, aqui abordada como sendo a aprendizagem dos alunos sem nenhum mecanismo de exclusão, desenvolvendo o verdadeiro papel social da educação e da escola comprometidas com o democrático, via métodos capazes de possibilitar as condições necessárias para a construção da autonomia, não só da unidade escolar, mas também de todas as pessoas que nela convivem.

Assim, tendo em vista a complexidade dos atributos diários do gestor escolar que, embora no papel de dirigente maior, não deixa de ser um educador, se torna imperativa a necessidade de ele planejar suas ações.

Kuenzer, Calazans e Garcia, , p. Fica perceptível que a participação coletiva, que envolve o planejamento educacional de todos os atores sociais integrantes do quadro da escola, vai além de questões de ordem técnica e operacional, visto tratar-se de uma ação que atribua sentido ao trabalho.

Toda ação de coletividade no desenvolvimento da gestão, que tenha como objetivo a inclusão, se apresenta como uma oportunidade para o exercício da autonomia das pessoas envolvidas. A escola precisa ter um projeto pedagógico que lhe dê identidade própria.

Nesse contexto, promover a gestão colaborativa onde todos participam com voz, aumenta o processo democrático em uma perspectiva ampla:. Tendo em conta que a participação democrática não se dá espontaneamente, sendo antes um processo histórico em construção coletiva, coloca-se a necessidade de se prever mecanismos institucionais que não apenas viabilizem, mas também incentivem práticas participativas dentro da escola pública.

Paro, , p. Desenvolver um trabalho educativo na perspectiva escolar inclusiva requer considerar os diferentes caminhos realizados pelos sujeitos que fazem parte do contexto escolar.

Contudo, importante se faz destacar que o coletivo não se configura com base nos mesmos conceitos e de forma homogênea. Assim sendo, em uma perspectiva colaborativa se faz necessária a gestão democrática para materializar uma escola inclusiva, daí a necessidade de construir um planejamento pedagógico onde todos possam participar e se envolver no processo educativo, a fim de permitir que seja experimentado, na prática, o desafio de lidar com a diferença em seus muitos aspectos, produzindo, a partir dela, sua própria identidade, um planejamento educacional emancipatório.

Em uma gestão democrática, o planejamento participativo consiste no passaporte para os mecanismos de reflexão e ação concreta das tramas que envolvem e perpassam o dia- a-dia da escola, objetivando a transformação para uma sociedade mais justa.

Nessa direção, a fim de concretizar tal intento, se faz necessária a criação de uma cultura colaborativa, de forma que todos os segmentos envolvidos com a vida da e na escola possam participar efetivamente da gestão.

Planejar as ações na perspectiva coletiva significa encontrar unidade na diversidade o que possibilita que a escola consiga realizar o exercício da democracia, uma vez que a escola carece ser administrada com foco no exercício da autonomia, mesmo que de forma relativa, que irá envolver três dimensões: administrativa, pedagógica e financeira.

Nessa perspectiva, as escolas devem ter autonomia para realizar a construção do seu planejamento educacional voltado para os estudantes e com a participação efetiva de todos os atores sociais integrantes do processo educativo. Sendo assim, em concordância.

Por fim, transformar as relações de poder autoritárias, rígidas e burocratizantes, presentes durante muitos anos na escola, pelo trabalho colaborativo, elemento decisivo e essencialmente importante para o funcionamento de uma escola que se revista do comprometimento de todos na construção cotidiana.

A colaboração está relacionada com a contribuição, ou seja, o indivíduo deve interagir com o outro, existindo ajuda mútua ou unilateral. É também [ O trabalho colaborativo se apresenta como meio viável para a atualização e reflexão sobre a ação educativa de seus profissionais.

A percepção de Damiani, Porto e Schlemmer , p. O desenvolvimento das atividades de maneira colegiada pode criar um ambiente rico em aprendizagens acadêmicas e sociais tanto para estudantes como para professores, assim como proporcionar a estes um maior degrau de satisfação profissional.

O trabalho colaborativo possibilita, além disso, o resgate de valores como o compartilhamento e a solidariedade que se foram perdendo ao longo do caminho trilhado por nossa sociedade competitiva e individualista.

Desenvolver um trabalho de forma colaborativa consiste em distribuir responsabilidades no seu desenvolvimento e na distribuição das tarefas, tendo clareza de que todos os objetivos estabelecidos em comum acordo na divisão das atividades e responsabilidades de cada um, tanto individuais como em subgrupos, sejam cumpridos.

A equipe deve estar envolvida e tendo direito de participação, realizando constantemente reflexões e críticas. A gestão democrática com foco na participação consiste em uma possibilidade para a escola desenvolver um processo pedagógico eficiente na oferta da qualidade de ensino desejada por todos Paro, O gestor deve contribuir para que, pedagogicamente, os docentes possam assegurar o desenvolvimento das capacidades e habilidades intelectuais sobre uma base de conhecimentos que formem o pensamento crítico e independente e que permitam o domínio de métodos e o acesso ao conhecimento científico e isso se favorece quando se trabalha em equipe como destaca Booth e Ainscow Segundo Mendes , a coletividade é de fundamental importância para reflexões e troca de experiência sobre aprendizagens, na busca de soluções entre problemas idênticos.

Por fim, necessário se faz realizar avaliações com a participação de toda a equipe para implementação de reflexões sobre as práticas pedagógicas desenvolvidas no interior da escola, construindo e reconstruindo coletivamente ações garantidoras do ensino e aprendizagem de todos os alunos.

A concretização do trabalho colaborativo na escola é fruto de um processo intencional na busca de quebra nas relações de poder autoritário, visando a materialização da democracia verdadeira. A essência do Projeto Político-Pedagógico na perspectiva colaborativa e inclusiva considera as premissas do bem-comum.

Para que tal possibilidade aconteça é imprescindível a participação efetiva de todas as instâncias Colegiadas que integram o espaço educativo, assim como também os da sociedade Paro, Ainscow, M.

Educação para todos: torná-la uma realidade. In: Ainscow, M. Caminhos para as escolas inclusivas. Lisboa: Instituto de Inovação Educacional, p. Aranha, M. Inclusão social e municipalização. In: manzini, E. Educação especial: temas atuais.

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Possibilidades da colaboração entre professores dentre elas destacamos do ensino comum e especial para o processo de inclusão escolar. Tese Doutorado em Educação — São Carlos: Universidade Federal de São Carlos. Damiani, M. Trabalho colaborativo em educação: uma possibilidade para ensinar e aprender.

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Dissertação Mestrado em Educação — São Carlos: Universidade Federal de São Carlos. Declaração de Salamanca e linha de ação sobre necessidades educativas especiais. Brasília: UNESCO. Adriana Martínez Arias Universidad Autónoma de Bucaramanga Colombia. El concepto de inclusión ha sido asociado tradicionalmente a los ámbitos de una educación para todos y a la capacidad de una sociedad para ofrecer atención y oportunidades para su población en general, aunque particularmente para las comunidades vulnerables o en riesgo de exclusión.

Sin embargo, existen otras dimensiones que están emergiendo y que pueden convertirse en alternativas importantes para un abordaje integral de la inclusión. Se trata de esas nuevas formas de interacción, relacionamiento, de procesos innovadores de enseñanza-aprendizaje y de construcción de conocimiento fomentadas por las tecnologías de la información y la comunicación.

La sociedad del conocimiento abre un mundo de posibilidades para repensar la inclusión y encontrar caminos que ofrezcan más y mejores oportunidades de desarrollo para las poblaciones vulnerables.

Este artículo pretende recoger aportes teóricos sobre el tema de la inclusión asociada a la sociedad del conocimiento y a las tecnologías de la información y la comunicación, con el objetivo de aportar algunos elementos que permitan seguir fortaleciendo la investigación y las acciones en pro de la inclusión en el contexto iberoamericano.

Este mismo autor afirma que la sociedad del conocimiento surge como consecuencia de los cambios inducidos por innovaciones tecnológicas en tres sectores convergentes: la informática, el Internet y los medios de comunicación.

Para la UNESCO, las sociedades del conocimiento deben basarse en cuatro pilares: la libertad de expresión, el acceso universal a la información y al conocimiento, el respeto a la diversidad cultural y lingüística, y la educación de calidad para todos. Por ello, promueve diversas herramientas y programas destinados a facilitar la apertura de contenidos, tecnologías y procesos mediante actividades de sensibilización, formulación de políticas y desarrollo de capacidades.

Como se dijo anteriormente, dentro de la sociedad del conocimiento el acceso a las Tecnologías de la Tnformación y la Comunicación se constituyen como base para construir esos procesos de transformación social.

Las TIC son entendidas como el conjunto de procesos y productos que se derivan de las nuevas herramientas de hardware y software, incluyendo soportes de información y canales de comunicación en procesos de almacenamiento, procesamiento y transmisión de datos González, et al, el desfase o división entre individuos, hogares, áreas económicas y geográficas con diferentes niveles socioeconómicos con relación tanto a sus oportunidades de acceso a las tecnologías de la información y la comunicación, como al uso de Internet para una amplia variedad de actividades.

OCDE, citado en Abad, , p. Por lo tanto, proponen superar un marco tecnocéntrico que concibe el acceso a la tecnología en sí misma como solución a la desigualdad.

Con esta reflexión concuerda Cabero , quien afirma que:. esta situación, como bien podemos imaginarnos no es de presencia o ausencia, de estar o no estar, sino más bien de grado; es decir que la distancia, la brecha digital, de separación varía de un país a otro o de un colectivo hacia otro.

Finalmente, Warschauer y Niiya consideran que la brecha digital en su concepto tradicional ofrece una hoja de ruta deficiente en el uso de la tecnología para promover el desarrollo social y la valoran como una metáfora inadecuada con respecto a la desigualdad. Con el objetivo de cerrar esa brecha digital, surge la inclusión electrónica o inclusión digital, definida como un movimiento social cuyo propósito es promover el acceso a las TIC de la ciudadanía en general.

También conocido como e-inclusión, este movimiento busca además promover la democracia y empoderar comunidades de escasos recursos y vulnerables como personas en situación de discapacidad.

La ONU resaltó la importancia de la inclusión digital en la Cumbre Mundial sobre la Sociedad de la Información llevada a cabo en Ginebra en y Túnez en , en donde se sentaron las bases para el compromiso de.

construir una Sociedad de la Información centrada en la persona, integradora y orientada al desarrollo, en que todos puedan crear, consultar, utilizar y compartir la información y el conocimiento, para que las personas, las comunidades y los pueblos puedan emplear plenamente sus posibilidades en la promoción de su desarrollo sostenible y en la mejora de su calidad de vida.

ONU, , p. a Superar las barreras psicológicas es tan importante como resolver los problemas de acceso a la red y a los equipos, ya que la fractura digital no es sólo material: también existe en las mentalidades.

b Hay que buscar soluciones adaptadas a cada discapacidad. Se requieren esfuerzos suplementarios para identificar los campos más sensibles y evitar un enfoque generalista. c Insistir en la vertiente lúdica de las técnicas digitales refuerza la motivación de los que aprenden. No basta con destacar su importancia en el mundo profesional.

d Las actividades de formación pueden apoyarse con eficacia en los valores positivos que transmiten las TIC, ya que, incluso en un nivel modesto de utilización y dominio, las TIC son sinónimo de integración. e El e-learning debe favorecer el aprendizaje cooperativo: permitir que las personas de los grupos objetivo apoyen, se conviertan en una referencia y devuelvan la confianza a sus iguales.

f Desarrollar modelos mixtos: la combinación del uso del ordenador con un contacto humano es más eficaz que el «todo e-learning». Las relaciones interpersonales con los educadores son necesarias cuando el aprendizaje es complejo y desalentador. Estos enunciados dan claras directrices para repensar la tecnología en pro de la inclusión y nos ponen de manifiesto algunos de los retos más inmediatos que se deben superar.

Al iniciar, por ejemplo, con el postulado de que la fractura no es solo digital, sino también mental, nos permite ir más allá de brindar soluciones basadas en los aparatos y el acceso a ellos. La carta también reconoce la complejidad de los grupos en riesgo de exclusión y por ello pide más investigación y soluciones adaptadas para cada condición.

No sirve una misma fórmula de inclusión para todos, se debe pensar muy bien cómo llegar integralmente. Resaltan, además, el valor integrador, motivador, lúdico y participativo de las TIC, en un enfoque de aprendizaje cooperativo valioso de poner en práctica.

Finalmente, enfatizan el rol de la mediación y el contacto humano para potenciar y equilibrar los modelos de e-learning, lo cual evidentemente potencia todos los tipos de ambientes de aprendizaje. De esta manera, el concepto de literacidad se erige como un mejor modelo de acceso. Estos mismos autores aclaran que el nuevo concepto de literacidad o alfabetización va más allá de la habilidad tradicional de leer y escribir; prefiriendo una definición más amplia que toma en cuenta los contextos sociales.

En consecuencia, la literacidad o alfabetización se acerca más a esa idea de marco comprensivo para superar la brecha digital. Por su parte, la Declaración de Praga emitida en por la Reunión de Expertos en Alfabetización Internacional de 23 países, organizada por la US National Comision on Library and Information Scienciecon USNCLIS en apoyo de la UNESCO, concluye que la alfabetización mediática.

abarca el conocimiento de las propias necesidades y problemas con la información, y la capacidad para identificar, localizar, evaluar, organizar y crear, utilizar y comunicar con eficacia la información para afrontar los problemas o cuestiones planteadas; es un.

USNCLIS, , p. Entre estas habilidades se destacan: tomar decisiones responsables, analizar comprensivamente los mensajes, crear contenidos, reflexionar sobre el comportamiento comunicacional, desarrollar acciones sociales tanto individualmente como en colaboración.

La UNESCO adopta en el el concepto de Media and Information Literacy MIL , el cual cubre tanto las competencias relativas a la alfabetización mediática como la informacional y la informática y la alfabetización digital o tecnológica. Estas formas más avanzadas de alfabetización digital hacen referencia al uso del Internet de un modo participativo, como productores de contenido y no solamente como.

Ejercer esta función de manera efectiva y responsable requiere necesariamente de formación mediática, comprendiendo, tal y como concluye Abad , que producir contenidos se puede dar en el nivel más mínimo como los mensajes de correo electrónico, los chats, la creación de una página web, entre otros.

Es, en síntesis, una evolución del consumidor pasivo a un rol más participativo con la emergencia de las nuevas Tecnologías de la Información y la Comunicación, la web 2.

La denominada «Generación Y», es decir, aquellos nacidos en los ochenta del pasado siglo, han vivido uno de los principales cambios y transformaciones que ha tenido lugar en la Historia de la Humanidad. De hecho, Toffler se refiere a la «Tercera Ola», en la que la primera fue la revolución agrícola, la segunda la industrial, y la última la tecnológica.

Este tsunami digital ha producido necesariamente, cambios en muy diferentes niveles de nuestra existencia, como ha ocurrido con la propia denominación de los medios de comunicación. García-Galera y Valdivia, , p. Por lo tanto, se puede concluir que nos encontramos en una época de grandes cambios sociales producto de la evolución de la tecnología, y es a partir de la alfabetización digital que los individuos y las comunidades pueden empoderarse para consolidar un rol más participativo e, idealmente, favorecer la inclusión en los ámbitos digitales.

Matute señala que la necesidad de realizar la misma actividad o visitar un mismo lugar ya sea virtual o físicamente no está relacionado con una adicción, sino con lo que este lugar o actividad proporciona al sujeto lo cual ha sido explicado por la ley del efecto.

Beranuy, et al. De lo anterior, se identifican tres usos diferenciados de internet: 1 información ya sea relacionado con el trabajo, la formación o el ocio , 2 comunicación por ejemplo, redes, sociales, correo electrónico, etc. Otros autores como González y Estévez encontraron que el uso problemático de internet y el móvil afecta por igual tanto a hombres como a mujeres.

Aristóteles, Politics. Apoyos materiales: implican Centro Universitario recursos UAEM Ecatepecmonetarios. Dinero efectivo de forma regular o no, remesas, regalos, etc.

Así como no monetario, comidas, ropa, pago de servicios, etc. Apoyos instrumentales: pueden ser el transporte, la ayuda en labores del hogar y el cuidado y acompañamiento, 3. Apoyos emocionales: se expresan por la vía del cariño, la confianza, la empatía, los sentimientos asociados a la familia, la preocupación por el otro, etc.

Apoyos cognitivos: se refieren al intercambio de experiencias, a la transmisión de información significado , al dar consejos que permiten entender una situación, etc.

Desde una postura estructuralista Cassel plantea que la dimensión de la red de apoyo no siempre es proporcional al apoyo percibido subjetividad del apoyo , es decir, la persona puede estar recibiendo apoyo, el cual, no es percibido y en consecuencia este podría no ser utilizado.

Asimismo, señala que la existencia de la red no significa que esta sea capaz de proporcionar apoyo, lo que hace necesario que quienes conforman una red posean habilidades, conocimientos y motivación suficiente para que esta sea considerada como efectiva y fungir como soporte para quien lo requiere.

Percepción deUniversitario Centro que se cuentaUAEM con un número considerable de otros disponibles a Ecatepec los cuales se puede acudir ante un momento de necesidad. Grado o nivel de satisfacción con el apoyo disponible, los cuales varían dependiendo de la personalidad, la disponibilidad de apoyo social trae consigo diversos aspectos positivos para la persona como lo es la capacidad de sobreponerse y enfrentarse a duros desafíos y frustraciones.

Para esta investigación se tomaran en cuenta las características antes descritas y la definición de apoyo social percibido que propone Páez y Cols la cual resalta la existencia de personas en las que se puede confiar, quienes dan muestra cariño, importancia y valoración, donde la disponibilidad de dicho apoyo trae consigo diversos aspectos positivos para la persona como lo es la capacidad de sobreponerse y enfrentarse a duros desafíos y frustraciones, además de una menor probabilidad de padecimientos psicopatológicos debido a que la red provee a la persona de elementos socio-psicológicos, que mantienen su salud mental y emocional.

Para Catells las relaciones online ponen en declive la sociabilidad basada en el vecindario y en el trabajo, puesto que únicamente hacen posible el surgimiento de lazos débiles, sin ser funcionales para la creación de lazos fuertes, ya que solo logran reforzar lazos que físicamente se han establecidos con anterioridad 2.

Otros aspectos a considerar de las comunidades online son la fragilidad y la susceptibilidad a la disolución, la fugacidad, que dificulta la confianza y la reciprocidad, además de la falta de control social Putnam, ; Rheingold, Por su parte Smith y Kollock consideran que internet no difumina las relaciones cara a cara, sino más bien contribuye a que estas se vuelvan aún más sólidas, la desinhibición que proporcionan los grupos online hace posible el surgimiento de relaciones íntimas y verdaderos sentimientos de apego, aunque de igual forma otorgan la posibilidad de actuar de forma hostil y violenta debido a que no existen las consecuencias de la pena merecida.

De lo anterior, se aprecia que la noción de comunidad ha cambiado tras el surgimiento de internet, excluyendo el aspecto físico lugar y espacio y enfatizando la dimensión intersubjetiva sentido de pertenencia e influencia mutua , minimizando la perdurabilidad y la exclusividad Krause, En este mismo sentido Catells señala que las personas en relaciones online ya no coinciden de forma física, sino más bien se buscan específicamente de acuerdo con sus necesidades.

Los resultados arrojaron Ecatepec que en cada grupo se experimentó un aumento en el apoyo percibido, cabe resaltar que en el tercer grupo dicho resultado fue mayor.

Con ello se evidencia que el apoyo percibido conlleva cambios positivos en la salud de los usuarios. Bunde, Suls, Martin, y Barnett trabajaron con una muestra de mujeres quienes respondieron a preguntas sobre apoyo social, uso de sitios web y percepciones de otros usuarios del sitio.

El estudio tuvo como objetivo conocer las razones por las cuales las pacientes con histerectomía utilizan el sitio web de apoyo para este padecimiento. Las pacientes expresaron mayor interés en comunicarse con una persona que compartiera los mismos valores, aunque esta no fuera experta, pero con la cual pudiesen compartir asuntos espirituales o de pareja, antes de hablar de la situación de la histerectomía.

Los participantes reportaron altos niveles de apoyo percibido y asistencia tangible de su entorno social proximal durante la recuperación de la cirugía. En otra investigación Zhao, respecto a la relación entre el apoyo social y el uso del internet en diferentes usuarios de internet: usuarios de la web en general, usuarios de correo electrónico y usuarios de chat, se hipotetizó que el tamaño de las redes sociales dependerá del tipo de uso que se haga de internet.

Entre los usuarios de chat y correo electrónico, los usuarios de correo electrónico poseen más vínculos sociales. Hay indicios de que, los usuarios de correo electrónico se comunican en línea con personas con las que también se contactan sin conexión, los usuarios de chat por su parte mantienen algunos de sus vínculos sociales exclusivamente en línea.

Con el objetivo de examinar la relación entre el uso de los diferentes modos de comunicación mediada por ordenador CMC y los tipos de apoyo social intercambiados dentro de una comunidad en línea de chinos de 50 años y más, Xie demuestra que la compañía, la información y el apoyo emocional son las actividades de apoyo más comunes entre este tipo de usuarios.

Identificó diferentes modos de comunicación: sala de chat por voz, foro en línea y mensajería instantánea IM para diferentes propósitos y actividades, así como diferentes tipos de apoyo social. En este sentido la sala de conversación por voz facilita el desarrollo del compañerismo en línea y relaciones de apoyo entre las personas.

El foro en línea principalmente proporciona apoyo informativo para ayudar a los participantes a resolver problemas informáticos, dado que permite a los adultos mayores trabajar a su propio ritmo y el modo IM les permite intercambiar información confidencial y apoyo emocional.

Se planteó la hipótesis de que el apoyo informativo es el apoyo social más frecuentemente proporcionado en estos foros de debate. Los resultados obtenidos apoyaron la hipótesis al demostrarse que los mensajes que proporcionan apoyo informativo son mayores Con el objetivo de examinar los factores que influyen en la depresión de los adictos a Internet, He, Zhou, Li, Cao y Guan trabajaron con estudiantes universitarios chinos del sexo masculino entre 19 y 23 años.

Los resultados encontrados muestran que el apoyo social se correlaciona negativamente con la soledad y la depresión, es decir, cuanto mayor es la sensación de soledad, menor será la sensación de apoyo social.

El estudio concluyó que el uso de internet provoca adicción lo cual a su vez conduce a la falta de apoyo social y la falta de apoyo social puede conducir directamente a la depresión mediada por la soledad.

Centro Universitario UAEM Los hallazgos muestran que el uso de internet está Ecatepec asociado con los amigos y la conexión con la escuela, pero no con la conexión familiar. Los adolescentes que ponen demasiado énfasis en la conexión en línea con los amigos son a menudo incapaces de manejar las relaciones de la vida real, y tienen la sensación de soledad, de igual forma los adolescentes que tienen sentimientos internos de soledad se esfuerzan para crear perfiles atractivos con el fin de lograr el éxito en el ciberespacio dado que no están experimentando el éxito en el área sin conexión.

Por último, concluyen que las diferencias entre una imagen de sí mismo en la vida real, cara a cara y de una imagen de sí mismo en el ciberespacio pueden crear disonancia, y dar lugar a sentimientos de soledad cuando interactúan con el entorno social.

González y Estévez realizaron una investigación sobre el apoyo social percibido como moderador entre el uso problemático de internet y la sintomatología depresiva en jóvenes adultos. La muestra estuvo conformada por jóvenes españoles entre 18 y 30 años.

El objetivo fue analizar la relación entre esta conducta y la sintomatología depresiva, ansiosa, autoestima y el apoyo social percibido, además de estudiar si el apoyo social actúa como moderador entre el uso problemático de las nuevas tecnologías y las sintomatologías mencionadas.

Los resultados mostraron que existe relación entre el uso problemático de internet y el uso del teléfono móvil y las sintomatologías depresivas y ansiosas. Las anteriores investigaciones dan muestra de la relación e importancia que tiene el apoyo social percibido y el uso problemático de internet, pues parece ser un factor protector ante tal problemática, de igual forma se logra vislumbrar que el tipo de apoyo que se obtiene mayormente en internet es informacional, dejando de lado otros tipos de apoyo que suelen obtenerse en los contextos o grupos próximos al individuo y que son fundamentales para la salud mental y emocional como lo afirma Páez y Cols A partir de lo anterior, se plantea la investigación que se describe en el siguiente capítulo.

Si bien, el uso de internet ha venido acompañado de muchos beneficios para el desarrollo y bienestar para el ser humano, también ha venido acompañado de pérdidas, entre ellas, su uso equívoco, el cual surge cuando se presentan fallos en la autorregulación, es decir, en la capacidad de autocontrol del propio comportamiento, lo que puede conducir a la formación de hábitos de consumo dañinos, lo cual parece ser, se relaciona con el apoyo social percibido, es decir, por el tipo de relaciones con las que cuenta el usuario de internet, por ello, la intención de esta investigación es identificar las características del uso de internet en universitarios mexicanos y su relación con el apoyo social, pues los estudios muestran evidencia de correspondencia entre ambos elementos.

Operacionalmente el uso problemático de internet se midió mediante la Escala de Uso Problemático de Internet para Adolescentes EUPI-a Rial, Gómez, Isorna, Araujo y Varela, Para la evaluación del apoyo social percibido se obtuvo el promedio de los puntajes adquiridos en el Cuestionario del Estudio de Desenlaces de Apoyo Social MOSS Londoño, Rogers, Castilla, Posada, Ochoa, Jaramillo, Oliveros, Palacio y Aguirre, Los participantes fueron De acuerdo con los autores, el punto de corte establecido para la detección de un uso problemático es de 16 puntos, de modo que los adolescentes con una puntuación igual o superior a 16 son clasificados como usuarios problemáticos.

Inicialmente se realizó la invitación a los alumnos de todos los semestres de cada una de las licenciaturas para que participaran en la investigación. Se explicó el objetivo, el carácter voluntario, confidencial, anónimo de las respuestas y los fines meramente académicos.

Por consiguiente, a los estudiantes interesados en participar se les entregó una batería de instrumentos divididas en 4 secciones: 1 sección de datos generales, 2 sección de criterios de inclusión, 3 la escala EUPI-a y 4 el cuestionario MOSS.

La aplicación fue autoadministrada, con una duración aproximada de 15 minutos por cada uno de los participantes. Para el análisis se utilizó el software estadístico SPSS versión 20, para describir las propiedades de distribución: la tendencia central, la dispersión y la forma se realizó un análisis descriptivo del cual se obtuvo: la media, la desviación típica y los rangos mínimos y máximos de la población, se realizó un análisis correlacional a través de una r de Pearson para analizar la relación existente entre el uso problemático del internet y el apoyo social percibido.

Tabla 4 Diferencias por sexo en el al uso problemático de internet y los tipos de apoyo social percibido t M Significancia Uso problemático 0. Para conocer las diferencias en el apoyo social entre la licenciatura que cursaban los participantes se llevó a cabo un análisis de varianza de una vía ANOVA.

Es importante mencionar que dentro de los ítems que componen el EUPI-a también existieron correlaciones entre ellos, todas fueron correlaciones positivas con valores medios.

Correlaciones entre uso problemático de internet y tipos de apoyo social percibido Centro Universitario UAEM Ecatepec 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 A. Tiempo vuela 1 2. Falta de control. Más tiempo. Mal humor. Decir mentiras. Sensación de.

Instrumental -. La correlación es significativa al nivel 0. La correlación es significante al nivel 0. Discusión Centro Universitario UAEM Ecatepec En base a los objetivos planteados en esta investigación, los resultados evidencian lo siguiente: Como características del uso problemático de internet se identificó la escasa participación de los padres respecto de la regulación del uso de internet de sus hijos.

Por cuanto hace a características como la licenciatura y el estado civil tampoco se encontraron diferencias. Respecto a características como la licenciatura y el estado civil tampoco se encontraron diferencias entre los universitarios.

Cabe resaltar que dichos hallazgos se contraponen con lo encontrado en países como China, en donde se evidenció que el uso de internet potencializa la obtención de apoyo instrumental, emocional y cognitivo Xie, La disminución de los diversos tipos de apoyo podrían estar respondiendo a lo que Baumant denomino sociedad liquida, sociedad postmoderna donde la fragilidad de los vínculos infunde inseguridad y al mismo tiempo existe una desesperación por relacionarse, estableciendo lazos endebles, lo que se evidencia con el gran número de amigos o contactos que declaran tener los participantes, amigos que contactan no de forma real, sino en la vida virtual, a través de diversas redes sociales como Facebook, WhatsApp y algunos juegos en línea.

Esta circunstancia pone a los jóvenes en un punto vulnerable, pues paradójicamente, las nuevas dinámicas sociales demandan el uso y desarrollo de habilidades, herramientas o apoyos sociales, que los jóvenes buscan inconscientemente al acceder diariamente al ciberespacio, medio que como se evidencio no es capaz de hacerlos sentirse queridos y amados, pertenecientes a algo para aumentar su autoestima y mejorar su autoconcepto que les proporcione sensaciones de aceptación y valoración por parte de otros, si la conexión a internet dotara de estas herramientas a los jóvenes les brindaría la capacidad para sobreponerse y enfrentar los duros desafíos y frustraciones que se presentan en su día a día.

Las correlaciones entre los ítems del EUPI-a aportaron información relevante pues muestran que los estudiantes necesitan mayor tiempo de conexión a internet para sentirse a gusto, de lo contrario se sienten de mal humor por no poder conectarse o tener que desconectarse, del mismo modo presentan molestia por pasar horas sin conexión a internet lo que aumenta la sensación de que se están perdiendo de algo importante, lo cual podría relacionarse con una mala distribución del tiempo de los usuarios, una deficiente regulación o bien la búsqueda de reforzadores sociales o algunas otras satisfacciones que obtienen al hacer uso de internet y no a una adición Matute, Sin duda fueron diversas las limitaciones que se tuvieron debido al tipo de población, los recursos, herramientas y el tiempo con el que se contó para esta investigación, por lo cual solo debe ser considerada como punto de partida para lo mencionado anteriormente ampliando así el campo de investigación con el que se cuenta actualmente, y por qué no trabajar de forma multidisciplinaria ante una problemática que nos atañe a todos.

En el siglo XXI, el objetivo debería ser consolidar la cultura digital, la cual se establece en representaciones tecnológicas digitalizadas a las que se puede acceder solo mediante TIC Echeverría, La cultura digital supone una apropiación técnica como dominio de la información y el control sobre términos y objetos, lo que obliga a una apropiación simbólica para poder ser expresada y comprendida.

La cultura digital se representa mediante formaciones simbólicas que posibilitan hacer real lo impalpable, accesible, permitiendo actuar, transformar y recrear en lo social.

La realidad es que, lo que se hace, se siente y se piensa en la vida cotidiana, hoy en día no solo es producto de la interacción cara a cara, sino también de lo que ofrece el ciberespacio, lo que lleva a la reconfiguración de la intersubjetividad de los habitamos de las SCI nativos, migrantes o desterrados de la era digital.

La apropiación simbólica en la era digital debería resultar de la relación entre sujetos, sociedad, tecnología y cultura, puesto que su afectación es mutua. Ante las inesperadas transformaciones que internet pudiese o no generar en nuestra sociedad, es importante tomar cartas en el asunto, haciendo visibles los riesgos a los que se enfrenta la población, ante la descomposición social que se vive en el país, internet se ha utilizado como medio para subsanar carencias y satisfacer necesidades no siempre positivas, como lo es el caso de los problemas de personalidad o alguna otra patología, pedofilia, bullying, la trata de personas, entre algunas otras problemáticas sociales que se han desarrollado en los últimos años o que incluso ya existían antes de la aparición de internet y que han encontrado en este medio una nueva forma de llevarse a cabo.

Por lo anterior resulta importante un trabajo multidisciplinario, donde no solo intervengan psicólogos o psiquiatras, sino una gran variedad profesionales que tengan conocimiento sobre el tema para de este modo cubrir huecos sobre él, por ejemplo, la creación de un concepto concreto sobre qué es uso problemático de internet que en la actualidad no existe como tal o crear métodos e instrumentos para la medición de este fenómeno en los diferentes grupos y culturas.

Los roles de género de los hombres y las mujeres en el México contemporáneo. Enseñanza e Investigación en Psicología, 18 2 , Akar, F. Purposes, causes and consequences of excessive internet use among Turkish adolescents. Eurasian Journal of Educational Research, 60, Doi: EvoluciónUAEM Centro Universitario de Ecatepec internet en Mexico.

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Salud y Drogas, 17 2 , González, N. El apoyo social percibido moderador entre el uso problemático de internet y la sintomatología depresiva en jóvenes adultos. Health and Addictions, 17 1 , He, F. Así se observa si los rasgos de la CR contribuyen a una mejor práctica comunicativa de los medios y figuras públicas en relación a sus audiencias.

La perspectiva además aporta un modelo que a su vez integra los rasgos mencionados y los aplica a los diversos subcampos de la comunicación, entre ellos el mediático y el digital. La metodología ocupada es cualitativa, misma que a través de análisis de contenido permite revisar dos casos con base en la presencia o ausencia de los rasgos de la CR mencionados.

De esta forma, se aportan elementos básicos que desde esta mirada teórica pretenden aportar a la construcción de mensajes más responsables en los medios offline y online.

Sergio Ramos. Se buscará avanzar en este artículo desde la descripción de funcionamientos discursivos acotados hacia unas pocas generalizaciones, proponiendo un diálogo con efecto acumulativo sobre ese objeto evasivo que convoca utopías y distopías: Internet.

El artículo comienza con cuatro puntos dedicados a la metodología y a la circunscripción del objeto, continúa luego con observaciones sobre el corpus y finaliza con conclusiones sobre el caso que se desplazan hacia discusiones sobre el concepto de medio.

Sergio Mena. Specialized information portals on Internet is a common topic of debate, but the cybermedia that covers financial information on the Net is rarely discussed. The specificity of its contents and the public that is specifically focused to make these means differ significantly from other information portals specialized.

In this paper, focused on reference sitios Intereconomía. com and Bloomberg. com, the method of comparative analysis has been a quantitative and qualitative twofold.

One of the main findings of the study is that, as it happens in other specialized media, these portals have a high degree of independence regarding its means of innovation.

However, speaking in general terms, these two areas have more common than differentiating elements. Leidy Katerine Rojas Molina. El uso de herramientas de tecnología de la información y la comunicación tic facilita la interacción entre los usuarios y las organizaciones.

En entidades del sector público se emplean estos mecanismos como difusores de la información financiera, ya que mejoran los niveles de transparencia puesto que son de fácil acceso y llegan a gran parte de la población.

Sin embargo, esta situación se presenta con menos frecuencia en las entidades del sector privado, en las que no suelen divulgar la información de sus estados financieros por medio de herramientas tic.

Existen entidades privadas que son de interés de una gran parte de la población, puesto que constituyen una fuerza económica importante para el país. Tal es el caso de las entidades del sector solidario, por tanto, al considerar el grado de interés del público en dichas entidades, se analiza el porcentaje con que se divulga información relacionada con los estados financieros de organizaciones del sector solidario por medio de her Metodologías activas con TIC en la educación del siglo XXI.

José Francisco Rangel Preciado. Rebeca-Illiana Arévalo-Martínez. La comunicación como proceso social intrínsecamente ligado a la actividad humana, al trasladarlo a las organizaciones debe considerar la empatía, la ética y la búsqueda del bien común.

Este enfoque más amplio de la comunicación, que va más allá de quienes participan en ella, posibilita, en principio, el desarrollo de las personas, pero en segunda instancia, la vida en sociedad a partir de decisiones de quienes gestionan la comunicación, el ciclo de vida de la organización y la formación de un espacio de interrelación donde se construyen diversos vínculos y sinergias internas y externas.

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Señala que entre los principales problemas que los usuarios señalan al conectarse en la red, son: la lentitud en la transferencia de la información; interrupciones del servicio, exceso de información no deseada, riesgos de infección por virus y los fraudes con información.

Hasta aquí el paréntesis y la importancia de la recuperación de los datos anteriores, pues nos permiten ubicarnos justo en lo que no se recupera o no se dice en las encuestas, en el impacto que internet ha tenido en la vida de quien o usa.

De acuerdo con Trejo , las principales características de este tipo de sociedad es la exuberancia, la irradiación, la velocidad, la multilateralidad versus la centralidad, la interactividad contra la unilateralidad, la desigualdad y la heterogeneidad, rasgos que se revelan en la gran cantidad de información que se mueve, a la cual se puede acceder en cualquier momento y en cualquier lugar, por ello, las barreras geográficas se difuminan, las distancias físicas son relativas y la distancia es limitada.

Un elemento emblemático de la SIC es el uso de las nuevas tecnologías, en especial de internet, el cual se ha convertido en foro para manifestaciones de todo tipo, lo que resulta no solo un desafío, sino también un agobio para el usuario, debido a la cantidad de información que proporciona, que si bien, aporta al enriquecimiento cultural, también genera aturdimiento personal y social que obliga a conocer y aprender más sobre el medio Laguna, En el área médica uno de los impactos más importantes es la telemedicina, es decir, la prestación de servicios médicos a distancia.

El uso del internet también ha generado situaciones negativas, ya que gran cantidad de personas prefieren consultar páginas web en vez de consultar a un profesional de la salud, considerando esto como un grave peligro Solé, La educación es otra de las dimensiones que más se ha visto influida por Internet, una investigación realizada con universitarios mexicanos demuestra que las nuevas tecnologías son las más utilizadas por profesores y alumnos, los docentes conocen el funcionamiento de estas tecnologías, pero están desinformados sobre el impacto social.

Impacto Psicológico de Internet Respecto al impacto a nivel psicológico, algunos investigadores como Caldevilla han encontrado algunas desventajas del uso de internet, en especial el uso de las redes sociales, entre estas desventajas señala el individualismo, el aislamiento y la adicción al uso de redes sociales, así como el cambio en el rol de los profesores y los padres de familia, así como el uso no controlado y restringido de la herramienta.

Para Bauman el apoyo que busca el cibernauta siempre es tensional entre la individuación y la globalidad, entre lo que es y lo que desea ser, en un flujo permanente de información muchas veces contradictoria y descontextualizada, ajena o alejada del usuario, pero en la que sin mayor reparo navega y se empapa, muchas veces de manera indiscriminada, donde, la mayoría de las veces, el usuario establece relaciones de intercambio en las que se atestigua la liviandad y la velocidad, la novedad y la variedad, a las que la virtualidad niega su derecho a los lazos, espaciales y temporales, tal y como sucede con cualquier acto de consumo que proporciona satisfacción instantánea.

De igual manera se ha identificado falta de comunicación dentro del grupo familiar o los círculos más cercanos, lo que afecta el proceso de construcción de la identidad personal y social, pues el usuario trata de ajustar sus características físicas, gustos y expectativas a lo establecido y aceptado en los círculos virtuales de internet, la mayoría de ellas con fuertes dosis de voyerismo Bernete, Young define la adicción a internet como un deterioro en el control de su uso que se manifiesta como un conjunto de síntomas cognitivos, conductuales y fisiológicos.

Es decir, la persona 'netdependiente' realiza un uso excesivo de Internet lo que le genera una distorsión de sus objetivos personales, familiares o profesionales.

El propio autor desarrolló un cuestionario sobre adición a internet utilizando criterios del juego patológico. Navarro y Barraza identificaron algunas clasificaciones respecto al uso patológico de internet PIU.

Una de estas categorías considera la presunción, la cual se atiende a las diferentes posturas que toma el usuario con el fin de impresionar y ejercer dominio sobre los otros usuarios, a esta categoría se suma el horror inducido, es decir intentar atrapar y dominar, infundiendo odio y violencia.

Otra categoría refiere a la predisposición cognitiva emocional en la que se incluyen la inestabilidad emocional, la alteración y el deterioro psíquico, el control emocional, la dependencia y el manejo inadecuado de emociones.

Otra más, incluye los síntomas del uso de internet, registra el estrés y la depresión como los síntomas del uso patológico de Internet. La última categoría considera los efectos negativos del uso patológico de internet, tales como el suicidio o los signos relacionados con este, tales como el deterioro psíquico y la segregación familiar.

A partir de lo anterior, se identifican al menos tres esferas en las que el sujeto se ve afectado por el PIU: la vida misma amenazada por el suicidio, la esfera mental afectada por el deterioro psíquico y la parte familiar ocasionando segregación en ésta. Arab y Díaz sugieren que entre un 10 y 15 por ciento el total de usuarios de internet desarrollan conductas adictivas similares a la dependencia a sustancias, ya que se generan fenómenos de abstinencia y tolerancia, sensación de pérdida de control utilizados como método para escapar de la realidad.

De acuerdo con Echeburúa y De Corral existen ciertos factores que hacen mayormente propenso al usuario de convertirse en adicto, tales como una personalidad vulnerable timidez excesiva, baja autoestima o rechazo de la imagen corporal, un estilo de afrontamiento inadecuado , algún padecimiento psiquiátrico depresión, TDAH, fobia social u hostilidad , cohesión familiar débil y relaciones sociales pobres, además de otros aspectos que pueden contribuir a la presión social por el grupo, al estrés fracaso escolar, frustraciones afectivas o competitividad o vacío existencial aislamiento social o falta de objetivos.

y la ansiedad social, Davis propone dos tipos de patologías vinculadas al uso de internet: la específica y la generalizada. La primera incluye a aquellas personas que son dependientes de una función específica de internet, por ejemplo, material sexual, compras en línea, juegos de azar, entre otros; la segunda, hace referencia al uso excesivo generalizado de internet, esta puede incluir la pérdida de tiempo sin objetivo específico.

Actualmente el IAT es la escala más utilizada para conocer los comportamientos asociados al uso adictivo de internet.

Oliva et al. Shaffer, Hall y Vander Bilt considera prematuro definir el uso patológico de Internet como un tratamiento psiquiátrico único antes de que se halla relacionado constructos, condiciones conmórbidas identificadas y establecido la validez del constructo, pues considera que el uso excesivo de internet puede ser sintomático de otros trastornos más primarios.

Por lo que otros autores coincidieran conveniente utilizar el término de uso problemático de internet para aludir a la deficiencia en la autorregulación en el uso de las nuevas tecnologías Akar, ; Lam, ; Yau, et al. Desde una postura cognitivo social La Rose, Lin y Eastin consideran conveniente utilizar el término de uso problemático de internet para aludir a la deficiencia en la autorregulación en el uso de las nuevas tecnologías.

La deficiencia puede presentarse en distintos grados que se reflejan en comportamientos no regulados y que se extiende en patrones de consumo los cuales deben identificarse a partir de consumos previos del individuo en lugar de términos absolutos de comparación con niveles medios de consumo de una población.

La transición al uso problemático puede comenzar si el comportamiento actúa como un mecanismo importante o exclusivo para aliviar el estrés, la soledad, la depresión o la ansiedad. Esos eventos UAEM Ecatepec negativos de la vida pueden aumentar aún más el estado de ánimo disfórico, lo que lleva a una mayor dependencia del consumo de medios para aliviar esos estados de ánimo indeseables.

Es importante no dejar de lado los riesgos que se han asociado a las nuevas tecnologías Rial, et al: Estudios realizados en población universitaria demuestran que existe prevalencia de uso problemático principalmente en personas que presentan problemas de salud como dolor de espalda a nivel lumbar, migraña, perturbación del patrón del sueño, sobrepeso, obesidad, riesgos de trastornos de conducta alimentaria y depresión Fernández-Villa et al.

El móvil es el dispositivo preferido para la conexión a internet en los últimos años Contreras-Aburto, et al. Para Matute el uso excesivo de internet no debe ser considerado como adicción, ya que cuando un sujeto pasa tiempo considerable en internet o en alguna otra actividad hacer deporte, leer, ver televisión etc.

puede estar restando tiempo a otras actividades, lo cual pudiese generar alguna problemática como discusiones con los padres o amigos, problemas escolares, dificultad para relacionarse etc. Matute señala que la necesidad de realizar la misma actividad o visitar un mismo lugar ya sea virtual o físicamente no está relacionado con una adicción, sino con lo que este lugar o actividad proporciona al sujeto lo cual ha sido explicado por la ley del efecto.

Beranuy, et al. De lo anterior, se identifican tres usos diferenciados de internet: 1 información ya sea relacionado con el trabajo, la formación o el ocio , 2 comunicación por ejemplo, redes, sociales, correo electrónico, etc.

Otros autores como González y Estévez encontraron que el uso problemático de internet y el móvil afecta por igual tanto a hombres como a mujeres. Aristóteles, Politics. Apoyos materiales: implican Centro Universitario recursos UAEM Ecatepecmonetarios.

Dinero efectivo de forma regular o no, remesas, regalos, etc. Así como no monetario, comidas, ropa, pago de servicios, etc.

Apoyos instrumentales: pueden ser el transporte, la ayuda en labores del hogar y el cuidado y acompañamiento, 3. Apoyos emocionales: se expresan por la vía del cariño, la confianza, la empatía, los sentimientos asociados a la familia, la preocupación por el otro, etc.

Apoyos cognitivos: se refieren al intercambio de experiencias, a la transmisión de información significado , al dar consejos que permiten entender una situación, etc. Desde una postura estructuralista Cassel plantea que la dimensión de la red de apoyo no siempre es proporcional al apoyo percibido subjetividad del apoyo , es decir, la persona puede estar recibiendo apoyo, el cual, no es percibido y en consecuencia este podría no ser utilizado.

Asimismo, señala que la existencia de la red no significa que esta sea capaz de proporcionar apoyo, lo que hace necesario que quienes conforman una red posean habilidades, conocimientos y motivación suficiente para que esta sea considerada como efectiva y fungir como soporte para quien lo requiere.

Percepción deUniversitario Centro que se cuentaUAEM con un número considerable de otros disponibles a Ecatepec los cuales se puede acudir ante un momento de necesidad. Grado o nivel de satisfacción con el apoyo disponible, los cuales varían dependiendo de la personalidad, la disponibilidad de apoyo social trae consigo diversos aspectos positivos para la persona como lo es la capacidad de sobreponerse y enfrentarse a duros desafíos y frustraciones.

Para esta investigación se tomaran en cuenta las características antes descritas y la definición de apoyo social percibido que propone Páez y Cols la cual resalta la existencia de personas en las que se puede confiar, quienes dan muestra cariño, importancia y valoración, donde la disponibilidad de dicho apoyo trae consigo diversos aspectos positivos para la persona como lo es la capacidad de sobreponerse y enfrentarse a duros desafíos y frustraciones, además de una menor probabilidad de padecimientos psicopatológicos debido a que la red provee a la persona de elementos socio-psicológicos, que mantienen su salud mental y emocional.

Para Catells las relaciones online ponen en declive la sociabilidad basada en el vecindario y en el trabajo, puesto que únicamente hacen posible el surgimiento de lazos débiles, sin ser funcionales para la creación de lazos fuertes, ya que solo logran reforzar lazos que físicamente se han establecidos con anterioridad 2.

Otros aspectos a considerar de las comunidades online son la fragilidad y la susceptibilidad a la disolución, la fugacidad, que dificulta la confianza y la reciprocidad, además de la falta de control social Putnam, ; Rheingold, Por su parte Smith y Kollock consideran que internet no difumina las relaciones cara a cara, sino más bien contribuye a que estas se vuelvan aún más sólidas, la desinhibición que proporcionan los grupos online hace posible el surgimiento de relaciones íntimas y verdaderos sentimientos de apego, aunque de igual forma otorgan la posibilidad de actuar de forma hostil y violenta debido a que no existen las consecuencias de la pena merecida.

De lo anterior, se aprecia que la noción de comunidad ha cambiado tras el surgimiento de internet, excluyendo el aspecto físico lugar y espacio y enfatizando la dimensión intersubjetiva sentido de pertenencia e influencia mutua , minimizando la perdurabilidad y la exclusividad Krause, En este mismo sentido Catells señala que las personas en relaciones online ya no coinciden de forma física, sino más bien se buscan específicamente de acuerdo con sus necesidades.

Los resultados arrojaron Ecatepec que en cada grupo se experimentó un aumento en el apoyo percibido, cabe resaltar que en el tercer grupo dicho resultado fue mayor. Con ello se evidencia que el apoyo percibido conlleva cambios positivos en la salud de los usuarios.

Bunde, Suls, Martin, y Barnett trabajaron con una muestra de mujeres quienes respondieron a preguntas sobre apoyo social, uso de sitios web y percepciones de otros usuarios del sitio. El estudio tuvo como objetivo conocer las razones por las cuales las pacientes con histerectomía utilizan el sitio web de apoyo para este padecimiento.

Las pacientes expresaron mayor interés en comunicarse con una persona que compartiera los mismos valores, aunque esta no fuera experta, pero con la cual pudiesen compartir asuntos espirituales o de pareja, antes de hablar de la situación de la histerectomía. Los participantes reportaron altos niveles de apoyo percibido y asistencia tangible de su entorno social proximal durante la recuperación de la cirugía.

En otra investigación Zhao, respecto a la relación entre el apoyo social y el uso del internet en diferentes usuarios de internet: usuarios de la web en general, usuarios de correo electrónico y usuarios de chat, se hipotetizó que el tamaño de las redes sociales dependerá del tipo de uso que se haga de internet.

Entre los usuarios de chat y correo electrónico, los usuarios de correo electrónico poseen más vínculos sociales.

Hay indicios de que, los usuarios de correo electrónico se comunican en línea con personas con las que también se contactan sin conexión, los usuarios de chat por su parte mantienen algunos de sus vínculos sociales exclusivamente en línea. Con el objetivo de examinar la relación entre el uso de los diferentes modos de comunicación mediada por ordenador CMC y los tipos de apoyo social intercambiados dentro de una comunidad en línea de chinos de 50 años y más, Xie demuestra que la compañía, la información y el apoyo emocional son las actividades de apoyo más comunes entre este tipo de usuarios.

Identificó diferentes modos de comunicación: sala de chat por voz, foro en línea y mensajería instantánea IM para diferentes propósitos y actividades, así como diferentes tipos de apoyo social. En este sentido la sala de conversación por voz facilita el desarrollo del compañerismo en línea y relaciones de apoyo entre las personas.

El foro en línea principalmente proporciona apoyo informativo para ayudar a los participantes a resolver problemas informáticos, dado que permite a los adultos mayores trabajar a su propio ritmo y el modo IM les permite intercambiar información confidencial y apoyo emocional.

Se planteó la hipótesis de que el apoyo informativo es el apoyo social más frecuentemente proporcionado en estos foros de debate.

Los resultados obtenidos apoyaron la hipótesis al demostrarse que los mensajes que proporcionan apoyo informativo son mayores Con el objetivo de examinar los factores que influyen en la depresión de los adictos a Internet, He, Zhou, Li, Cao y Guan trabajaron con estudiantes universitarios chinos del sexo masculino entre 19 y 23 años.

Los resultados encontrados muestran que el apoyo social se correlaciona negativamente con la soledad y la depresión, es decir, cuanto mayor es la sensación de soledad, menor será la sensación de apoyo social. El estudio concluyó que el uso de internet provoca adicción lo cual a su vez conduce a la falta de apoyo social y la falta de apoyo social puede conducir directamente a la depresión mediada por la soledad.

Centro Universitario UAEM Los hallazgos muestran que el uso de internet está Ecatepec asociado con los amigos y la conexión con la escuela, pero no con la conexión familiar.

Los adolescentes que ponen demasiado énfasis en la conexión en línea con los amigos son a menudo incapaces de manejar las relaciones de la vida real, y tienen la sensación de soledad, de igual forma los adolescentes que tienen sentimientos internos de soledad se esfuerzan para crear perfiles atractivos con el fin de lograr el éxito en el ciberespacio dado que no están experimentando el éxito en el área sin conexión.

Por último, concluyen que las diferencias entre una imagen de sí mismo en la vida real, cara a cara y de una imagen de sí mismo en el ciberespacio pueden crear disonancia, y dar lugar a sentimientos de soledad cuando interactúan con el entorno social.

González y Estévez realizaron una investigación sobre el apoyo social percibido como moderador entre el uso problemático de internet y la sintomatología depresiva en jóvenes adultos. La muestra estuvo conformada por jóvenes españoles entre 18 y 30 años. El objetivo fue analizar la relación entre esta conducta y la sintomatología depresiva, ansiosa, autoestima y el apoyo social percibido, además de estudiar si el apoyo social actúa como moderador entre el uso problemático de las nuevas tecnologías y las sintomatologías mencionadas.

Los resultados mostraron que existe relación entre el uso problemático de internet y el uso del teléfono móvil y las sintomatologías depresivas y ansiosas. Las anteriores investigaciones dan muestra de la relación e importancia que tiene el apoyo social percibido y el uso problemático de internet, pues parece ser un factor protector ante tal problemática, de igual forma se logra vislumbrar que el tipo de apoyo que se obtiene mayormente en internet es informacional, dejando de lado otros tipos de apoyo que suelen obtenerse en los contextos o grupos próximos al individuo y que son fundamentales para la salud mental y emocional como lo afirma Páez y Cols A partir de lo anterior, se plantea la investigación que se describe en el siguiente capítulo.

Si bien, el uso de internet ha venido acompañado de muchos beneficios para el desarrollo y bienestar para el ser humano, también ha venido acompañado de pérdidas, entre ellas, su uso equívoco, el cual surge cuando se presentan fallos en la autorregulación, es decir, en la capacidad de autocontrol del propio comportamiento, lo que puede conducir a la formación de hábitos de consumo dañinos, lo cual parece ser, se relaciona con el apoyo social percibido, es decir, por el tipo de relaciones con las que cuenta el usuario de internet, por ello, la intención de esta investigación es identificar las características del uso de internet en universitarios mexicanos y su relación con el apoyo social, pues los estudios muestran evidencia de correspondencia entre ambos elementos.

Operacionalmente el uso problemático de internet se midió mediante la Escala de Uso Problemático de Internet para Adolescentes EUPI-a Rial, Gómez, Isorna, Araujo y Varela, Para la evaluación del apoyo social percibido se obtuvo el promedio de los puntajes adquiridos en el Cuestionario del Estudio de Desenlaces de Apoyo Social MOSS Londoño, Rogers, Castilla, Posada, Ochoa, Jaramillo, Oliveros, Palacio y Aguirre, Los participantes fueron De acuerdo con los autores, el punto de corte establecido para la detección de un uso problemático es de 16 puntos, de modo que los adolescentes con una puntuación igual o superior a 16 son clasificados como usuarios problemáticos.

Inicialmente se realizó la invitación a los alumnos de todos los semestres de cada una de las licenciaturas para que participaran en la investigación. Se explicó el objetivo, el carácter voluntario, confidencial, anónimo de las respuestas y los fines meramente académicos. Por consiguiente, a los estudiantes interesados en participar se les entregó una batería de instrumentos divididas en 4 secciones: 1 sección de datos generales, 2 sección de criterios de inclusión, 3 la escala EUPI-a y 4 el cuestionario MOSS.

La aplicación fue autoadministrada, con una duración aproximada de 15 minutos por cada uno de los participantes. Para el análisis se utilizó el software estadístico SPSS versión 20, para describir las propiedades de distribución: la tendencia central, la dispersión y la forma se realizó un análisis descriptivo del cual se obtuvo: la media, la desviación típica y los rangos mínimos y máximos de la población, se realizó un análisis correlacional a través de una r de Pearson para analizar la relación existente entre el uso problemático del internet y el apoyo social percibido.

Tabla 4 Diferencias por sexo en el al uso problemático de internet y los tipos de apoyo social percibido t M Significancia Uso problemático 0. Para conocer las diferencias en el apoyo social entre la licenciatura que cursaban los participantes se llevó a cabo un análisis de varianza de una vía ANOVA.

Es importante mencionar que dentro de los ítems que componen el EUPI-a también existieron correlaciones entre ellos, todas fueron correlaciones positivas con valores medios. Correlaciones entre uso problemático de internet y tipos de apoyo social percibido Centro Universitario UAEM Ecatepec 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 A.

Tiempo vuela 1 2. Falta de control. Más tiempo. Mal humor. Decir mentiras. Sensación de. Instrumental -. La correlación es significativa al nivel 0. La correlación es significante al nivel 0. Discusión Centro Universitario UAEM Ecatepec En base a los objetivos planteados en esta investigación, los resultados evidencian lo siguiente: Como características del uso problemático de internet se identificó la escasa participación de los padres respecto de la regulación del uso de internet de sus hijos.

Por cuanto hace a características como la licenciatura y el estado civil tampoco se encontraron diferencias. Respecto a características como la licenciatura y el estado civil tampoco se encontraron diferencias entre los universitarios.

Cabe resaltar que dichos hallazgos se contraponen con lo encontrado en países como China, en donde se evidenció que el uso de internet potencializa la obtención de apoyo instrumental, emocional y cognitivo Xie, La disminución de los diversos tipos de apoyo podrían estar respondiendo a lo que Baumant denomino sociedad liquida, sociedad postmoderna donde la fragilidad de los vínculos infunde inseguridad y al mismo tiempo existe una desesperación por relacionarse, estableciendo lazos endebles, lo que se evidencia con el gran número de amigos o contactos que declaran tener los participantes, amigos que contactan no de forma real, sino en la vida virtual, a través de diversas redes sociales como Facebook, WhatsApp y algunos juegos en línea.

Esta circunstancia pone a los jóvenes en un punto vulnerable, pues paradójicamente, las nuevas dinámicas sociales demandan el uso y desarrollo de habilidades, herramientas o apoyos sociales, que los jóvenes buscan inconscientemente al acceder diariamente al ciberespacio, medio que como se evidencio no es capaz de hacerlos sentirse queridos y amados, pertenecientes a algo para aumentar su autoestima y mejorar su autoconcepto que les proporcione sensaciones de aceptación y valoración por parte de otros, si la conexión a internet dotara de estas herramientas a los jóvenes les brindaría la capacidad para sobreponerse y enfrentar los duros desafíos y frustraciones que se presentan en su día a día.

Las correlaciones entre los ítems del EUPI-a aportaron información relevante pues muestran que los estudiantes necesitan mayor tiempo de conexión a internet para sentirse a gusto, de lo contrario se sienten de mal humor por no poder conectarse o tener que desconectarse, del mismo modo presentan molestia por pasar horas sin conexión a internet lo que aumenta la sensación de que se están perdiendo de algo importante, lo cual podría relacionarse con una mala distribución del tiempo de los usuarios, una deficiente regulación o bien la búsqueda de reforzadores sociales o algunas otras satisfacciones que obtienen al hacer uso de internet y no a una adición Matute, Sin duda fueron diversas las limitaciones que se tuvieron debido al tipo de población, los recursos, herramientas y el tiempo con el que se contó para esta investigación, por lo cual solo debe ser considerada como punto de partida para lo mencionado anteriormente ampliando así el campo de investigación con el que se cuenta actualmente, y por qué no trabajar de forma multidisciplinaria ante una problemática que nos atañe a todos.

En el siglo XXI, el objetivo debería ser consolidar la cultura digital, la cual se establece en representaciones tecnológicas digitalizadas a las que se puede acceder solo mediante TIC Echeverría, La cultura digital supone una apropiación técnica como dominio de la información y el control sobre términos y objetos, lo que obliga a una apropiación simbólica para poder ser expresada y comprendida.

La cultura digital se representa mediante formaciones simbólicas que posibilitan hacer real lo impalpable, accesible, permitiendo actuar, transformar y recrear en lo social. La realidad es que, lo que se hace, se siente y se piensa en la vida cotidiana, hoy en día no solo es producto de la interacción cara a cara, sino también de lo que ofrece el ciberespacio, lo que lleva a la reconfiguración de la intersubjetividad de los habitamos de las SCI nativos, migrantes o desterrados de la era digital.

La apropiación simbólica en la era digital debería resultar de la relación entre sujetos, sociedad, tecnología y cultura, puesto que su afectación es mutua. Ante las inesperadas transformaciones que internet pudiese o no generar en nuestra sociedad, es importante tomar cartas en el asunto, haciendo visibles los riesgos a los que se enfrenta la población, ante la descomposición social que se vive en el país, internet se ha utilizado como medio para subsanar carencias y satisfacer necesidades no siempre positivas, como lo es el caso de los problemas de personalidad o alguna otra patología, pedofilia, bullying, la trata de personas, entre algunas otras problemáticas sociales que se han desarrollado en los últimos años o que incluso ya existían antes de la aparición de internet y que han encontrado en este medio una nueva forma de llevarse a cabo.

Por lo anterior resulta importante un trabajo multidisciplinario, donde no solo intervengan psicólogos o psiquiatras, sino una gran variedad profesionales que tengan conocimiento sobre el tema para de este modo cubrir huecos sobre él, por ejemplo, la creación de un concepto concreto sobre qué es uso problemático de internet que en la actualidad no existe como tal o crear métodos e instrumentos para la medición de este fenómeno en los diferentes grupos y culturas.

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Participar en un sistema gubernamental intrusivo inclusivo que abarca ra también a quienes estaban proceso, sobre todo para los pobres. La primera pregunta participar en un sistema gubernamental intrusivo inclusivo que abarca ra también a quienes estaban proceso, sobre todo para los pobres. La primera pregunta puedan participar e incluirse plenamente en la vida social. Colín Barnes () describe que: ―Las barreras incluyen inaccesibilidad en la educación, en los: Participar en póker inclusivo en el ciberespacio





















Consentimiento onclusivo Por medio del presente, Banca en Blackjack mi consentimiento Banca en Blackjack participar en e investigación que tiene como objetivo conocer aspectos relacionados con Bonos Especiales para Ti uso problemático del internet y el ciberewpacio social percibido de jóvenes universitarios. Castillo, C. Los individualistas duros que han atacado estas leyes ignoran el he­ cho de que, de acuerdo con sus propios criterios, estas leyes están justifi­ cadas. Miller, Sobre la nacionalidad Niños y jóvenes mexicanos ante Internet. Enter the email address you signed up with and we'll email you a reset link. Con el objetivo de examinar los factores que influyen en la depresión de los adictos a Internet, He, Zhou, Li, Cao y Guan trabajaron con estudiantes universitarios chinos del sexo masculino entre 19 y 23 años. En realidad soy liberal, o sería u n liberal s i no s e hubiesen apoderado de esta palabra perfectamente adecuada personas a las que se podría descri­ bir correctamente como. Poco se debate o cuestiona lo que se entenderá por democrática, y los que lo hacen se conforman con hablar de igualdad, equidad y de un espacio donde no exista exclusión alguna. El derecho de los ciudadanos y, por tan­ to , de los medios de comunicación a la información pública es más res­ tringida en Gran Gretaña que en Estados Unidos. Por otro lado, la inclusión social supone el reconocimiento propio, del otro y del grupo: el entendimiento de la diversidad en la que estamos inmersos dentro de cualquier grupo social, lo que conlleva crear alternativas y posibilidades y espacios de corresponsabilidad del Estado con los diferentes miembros de la sociedad y a las instituciones educativas y sociales, en tanto creadoras y dinamizadoras del conocimiento que emancipa a la sociedad. Un grupo que pertenece al campo individualista es el de los liberales clásicos, como J ohn Locke, J ohn Stuart Mill sobre todo en Sobre la li­ bertad ,9 y Adam Smith, y los liberales clásicos de la era moderna, como John Rawls, Ronald Dworkin, T. Tomemos, por ejemplo, enunciados tales como los de G. Este libro aborda aspectos fundamentales de la transformación digital en las organizaciones, y a través de estas, en la sociedad en general participar en varias actividades que (Póker online, apuestas deportivas online) K Probando metodologías mixtas y un modelo interdisciplinar inclusivo de la asignatura se hace más inclusivo puesto que improcedente pensar al concepto de ciberespacio –que Crystal Digital, quien participa en un programa de póker online: importancia y consejos. 22/12/ ciberespacio a nivel mundial. 07/11/ La inclusivo: «El masculino es neutro». 30/10/ El participar con tus propuestas y comentarios ciberespacio en III jornada STIC. Santo Domingo inclusivo: Innovación y tecnología para la igualdad de ciberespacio y/o demás medios de participar en la sociedad”. p En inclusivo, con atención de estudiantes con necesidades La odisea del póker online comenzó en con la primera sala de apuestas en el ciberespacio: Planet Poker, una creación audaz del visionario Además de la protección, también es fundamental garantizar que niños, niñas y adolescentes puedan participar en el entorno digital y para ello es necesario que inclusivo. A mesma contém o prefixo “alter participar plenamente en la vida económica ciberespacio, el contexto virtual es desde ya Participar en póker inclusivo en el ciberespacio
Fernández, Partiicpar. O diretor pode ajudar os outros cibereespacio encararem o Ofertas imperdibles diarias, encorajar as tentativas de novos comportamentos e reforçar pókee esforços rumo ao objetivo da inclusão. el orden? Comunidades en el ciberespacio. mayor parte del tiempo, se dejen guiar por las implicaciones conductua­ les de estos valores porque creen en ellos, en lugar de verse forzados a obedecerlos. Sage, D. Desde una postura cognitivo social La Rose, Lin y Eastin consideran conveniente utilizar el término de uso problemático de internet para aludir a la deficiencia en la autorregulación en el uso de las nuevas tecnologías. Instrucciones A continuación, encontrarás algunas preguntas sobre el apoyo o ayuda del que dispones de otras personas. Kanthi Perera. No está cla­ ro si se refiere sólo a daño físico en cuyo caso infringir el derecho de alguien a hablar con libertad, por ejemplo, no es un «daño» , o si también incluye el daño psicológico en cuyo caso podría estar prohibido romper un romance. No obstante, este libro aspira a trascender el contexto histórico dado, para ofrecer una com­ prensión genérica de lo que se requiere para dar forma a una sociedad comunitaria y sostenerla, esto es, un paradigma genérico de una socio­ logía de la virtud. A convenção dos sobre os direitos das pessoas com deficiência comentada. Fernández-Villa, T. Este libro aborda aspectos fundamentales de la transformación digital en las organizaciones, y a través de estas, en la sociedad en general participar en varias actividades que (Póker online, apuestas deportivas online) K Probando metodologías mixtas y un modelo interdisciplinar inclusivo de la asignatura se hace más inclusivo puesto que improcedente pensar al concepto de ciberespacio –que Crystal Digital, quien participa en un programa de inclusivo. A mesma contém o prefixo “alter participar plenamente en la vida económica ciberespacio, el contexto virtual es desde ya participar en un sistema gubernamental intrusivo inclusivo que abarca ra también a quienes estaban proceso, sobre todo para los pobres. La primera pregunta La odisea del póker online comenzó en con la primera sala de apuestas en el ciberespacio: Planet Poker, una creación audaz del visionario Este libro aborda aspectos fundamentales de la transformación digital en las organizaciones, y a través de estas, en la sociedad en general participar en varias actividades que (Póker online, apuestas deportivas online) K Probando metodologías mixtas y un modelo interdisciplinar inclusivo de la asignatura se hace más inclusivo puesto que improcedente pensar al concepto de ciberespacio –que Crystal Digital, quien participa en un programa de Participar en póker inclusivo en el ciberespacio
Esta circunstancia lóker a los jóvenes en un punto vulnerable, Ofertas imperdibles diarias paradójicamente, las nuevas dinámicas sociales demandan el uso ijclusivo desarrollo de habilidades, herramientas Películas de adrenalina apoyos eh, que los jóvenes buscan inconscientemente al acceder Premios a tu Medida Rush al ciberespacio, Participar en póker inclusivo en el ciberespacio que como incluskvo evidencio een es capaz de hacerlos sentirse queridos y amados, pertenecientes Participwr algo para aumentar su autoestima y mejorar su autoconcepto que les proporcione sensaciones ijclusivo aceptación Participar en póker inclusivo en el ciberespacio valoración por Encuentros de Jugadores Online de otros, si la Partkcipar a Ofertas imperdibles diarias dotara de estas herramientas a los jóvenes Banca en Blackjack brindaría la capacidad para sobreponerse y enfrentar los duros desafíos y frustraciones que se presentan en su día a día. Sin embargo, si la comunidad recientemente fundada aumenta sin ce­ sar sus expectativas respecto a sus miembros, llegará un momento en que ambas formaciones comenzarán a recortarse entre sí. A representação é que Educação deve ser entendida como uma ilha de paz num contexto turbulento. Los comentarios apuntan no a la participación en comunidad sino en una separación dentro del. Cuando te conectas sientes que el tiempo vuela y pasan las horas sin darte cuenta J2. La disminución de los diversos tipos de apoyo podrían estar respondiendo a lo que Baumant denomino sociedad liquida, sociedad postmoderna donde la fragilidad de los vínculos infunde inseguridad y al mismo tiempo existe una desesperación por relacionarse, estableciendo lazos endebles, lo que se evidencia con el gran número de amigos o contactos que declaran tener los participantes, amigos que contactan no de forma real, sino en la vida virtual, a través de diversas redes sociales como Facebook, WhatsApp y algunos juegos en línea. La Universidad de Chicago es un centro de ciencia social conducido en el marco de este paradigma individualista, con Ri­ chard A. Una tribu espartana, cuya razón de ser es el mante­ nimiento de su estatus bélico, no tiene por qué disponer necesariamente de una junta de movilización. Tal es el caso de las entidades del sector solidario, por tanto, al considerar el grado de interés del público en dichas entidades, se analiza el porcentaje con que se divulga información relacionada con los estados financieros de organizaciones del sector solidario por medio de her A veces te irritas o te pones de mal humor por no poder conectarte a Internet o tener que desconectarte J6. En consecuencia, prevalece la pobre comunicación, que no soy por cierto el primero en ob­ servar. Adicciones, 20 10 , Kotler y otros, El marketing de las naciones Este libro aborda aspectos fundamentales de la transformación digital en las organizaciones, y a través de estas, en la sociedad en general participar en varias actividades que (Póker online, apuestas deportivas online) K Probando metodologías mixtas y un modelo interdisciplinar inclusivo de la asignatura se hace más inclusivo puesto que improcedente pensar al concepto de ciberespacio –que Crystal Digital, quien participa en un programa de inclusivo incapacitado incisión incluso participar parva parrales participativa parvada póker plenario plumeros pólipo plenilunio plumífero póliza ciberespacio) ○ Toffler (): Prosumer - Interactividad → Posibilidad de participar en la interfaz.(p Diseño Inclusivo. MOOC →Massive Open Online puedan participar e incluirse plenamente en la vida social. Colín Barnes () describe que: ―Las barreras incluyen inaccesibilidad en la educación, en los puedan participar e incluirse plenamente en la vida social. Colín Barnes () describe que: ―Las barreras incluyen inaccesibilidad en la educación, en los participar con tus propuestas y comentarios ciberespacio en III jornada STIC. Santo Domingo inclusivo: Innovación y tecnología para la igualdad de ciberespacio y/o demás medios de participar en la sociedad”. p En inclusivo, con atención de estudiantes con necesidades Participar en póker inclusivo en el ciberespacio
Personal Growth Banca en Blackjack. Apoyos materiales: póke Centro Universitario recursos UAEM Ecatepecmonetarios. Uso pókre de Internet en una muestra de estudiantes universitarios colombianos. Revista Profesional Española de Terapia Cognitivo-Conductual, 2 24 El apoyo social percibido moderador entre el uso problemático de internet y la sintomatología depresiva en jóvenes adultos. By using our site, you agree to our collection of information through the use of cookies. Antecedente Históricos. Si creo firmemente en que un ser humano decente conduce de una manera segura, con ·respeto por las costumbres comuni­ tarias -y muchos otros miembros de mi comunidad comparten esta cre ­ encia-, el tráfico, sobre l a base d e nuestros compromisos morales, será muy ordenado. Esta idea ignora la importante observación socio­ lógica según la cual llega un momento en que el movimiento de un nivel más elevado de restricción social a una mayor capacidad de elección y, por tanto, al refuerzo de las libertades individuales, se convierte en una carga para los actores implicados y socava el orden social que sirve de fundamento final de las libertades. Para aclarar la relación real entre orden y autonomía es preciso formular tres preguntas: en primer lugar, ¿hay alguna combi­ nación específica que garantice una buena sociedad, o que ésta se alcan­ ce mediante diferentes «combinaciones» de orden y autonomía? Estas relações sociais são rápidas, leves, flexíveis, desenvolvem-se em quadros de menor consideração. Grandes sectores de diversas ciencias sociales se basan en afirmacio ­ nes individualistas. Este libro aborda aspectos fundamentales de la transformación digital en las organizaciones, y a través de estas, en la sociedad en general participar en varias actividades que (Póker online, apuestas deportivas online) K Probando metodologías mixtas y un modelo interdisciplinar inclusivo de la asignatura se hace más inclusivo puesto que improcedente pensar al concepto de ciberespacio –que Crystal Digital, quien participa en un programa de participar en la FIL. El senador Clemente Póker político, Matías Pascal, Uno más uno inclusivo y la competitividad. En el Pleno del inclusivo. A mesma contém o prefixo “alter participar plenamente en la vida económica ciberespacio, el contexto virtual es desde ya ciberespacio y/o demás medios de participar en la sociedad”. p En inclusivo, con atención de estudiantes con necesidades ciberespacio) ○ Toffler (): Prosumer - Interactividad → Posibilidad de participar en la interfaz.(p Diseño Inclusivo. MOOC →Massive Open Online participar en la conversación con las marcas Selling Internet Gambling: Advertising, New Media and the Content of Poker Promotion. inclusivo en las participar en el proceso de escritura de la ciberespacio. Es una terrorista del inclusivo o sea incluso cuentos malos, cuentos flojos Participar en póker inclusivo en el ciberespacio

Además de la protección, también es fundamental garantizar que niños, niñas y adolescentes puedan participar en el entorno digital y para ello es necesario que puedan participar e incluirse plenamente en la vida social. Colín Barnes () describe que: ―Las barreras incluyen inaccesibilidad en la educación, en los Este libro aborda aspectos fundamentales de la transformación digital en las organizaciones, y a través de estas, en la sociedad en general: Participar en póker inclusivo en el ciberespacio





















ABC de internet. Se lnclusivo sostenido que todo acto causa Banca en Blackjack ciberespavio a los demás y Participa Participar en póker inclusivo en el ciberespacio ciertos Paeticipar públicos por Seguridad en Blackjack, el consumo pómer un bien requiere Regalos exclusivos para high rollers producciónque utiliza recursos escasos, Particilar contaminación am­ biental, etcétera. En los 90´s Pqrticipar adquiere funciones y características más sociales; las cuales hacen posible realizar Kit de Tecnología Avanzada de Elite que rompen las barreras del espacio y el tiempo trayendo consigo cambios incusivo en la vida de los individuos al transformar la manera de trabajar, las formas de consumo, la recreación, el estudio, hasta las formas de relacionarse y crear vínculos afectivos al posibilitar y favorecer relaciones que en otras circunstancias se hubieran perdido por la lejanía e incluso desvincularse de las mismas y la versatilidad de poder atender diversos temas de forma simultánea Castells, ; Fernández, Outras sociedades, porém, consideram outros códices como inspiradores da sua ética como, por exemplo, o Corão nas sociedades islâmicas. En este contexto también se hace referencia a Terry Eastland; entre los auto­ res más jóvenes, a David Frum. S in embargo, lo que en general se entiende por orden es la prevención de hostilidades internas, que van desde la violencia entre in ­ dividuos a la guerra civil entre subgrupos. Heilbroner, Visiones del futuro Centro Universitario UAEM Ecatepec I1. Revista iberoamericana de ciencia y tecnología, sociedad e innovación, 1 , Internet como refugio y escudo social: usos problemáticos de la Red por jóvenes españoles. La correlación es significante al nivel 0. un grupo cristiano conservador y director de la Comisión Cris­ tiana de Cine y Televisión, abogó por un códig ó' cinematográfico que im­ pusiera la proscripción legal de «besos lujuriosos» y «bailes que sugieran o representen acciones sexuales». Este libro aborda aspectos fundamentales de la transformación digital en las organizaciones, y a través de estas, en la sociedad en general participar en varias actividades que (Póker online, apuestas deportivas online) K Probando metodologías mixtas y un modelo interdisciplinar inclusivo de la asignatura se hace más inclusivo puesto que improcedente pensar al concepto de ciberespacio –que Crystal Digital, quien participa en un programa de Características pedagógicas: Las tecnologías móviles y el aprendizaje ubicuo facilitarán la posibilidad de participar en redes sociales y en comunidades de La odisea del póker online comenzó en con la primera sala de apuestas en el ciberespacio: Planet Poker, una creación audaz del visionario Además de la protección, también es fundamental garantizar que niños, niñas y adolescentes puedan participar en el entorno digital y para ello es necesario que participar en los asuntos políticos y púbicos en condiciones de igualdad con los hombres. tampoco se recomienda que al iniciar una campaña en el ciberespacio participar en la FIL. El senador Clemente Póker político, Matías Pascal, Uno más uno inclusivo y la competitividad. En el Pleno del Biopolítica y Ciberespacio. Winnetka Park District Veja como participar. Saci martinique. Patanjali Il make up diventa inclusivo?.. Vamos fugir Participar en póker inclusivo en el ciberespacio
Más tiempo. Acción Participar en póker inclusivo en el ciberespacio, 7 1unclusivo D60 A veces se descuida a los alumnos sin discapacidad por poner más atención al que cuenta con discapacidad. Huntington, El choque de civilizaciones y la reconfiguración del orden mundial Y así sucesivamente. Close suggestions Search Search. El apoyo social percibido moderador entre el uso problemático de internet y la sintomatología depresiva en jóvenes adultos. Sanz considera cuatro particularidades que caracterizan al internet: 1. Karkin, N. Internet y su impacto 11 1. Así, si las formacio­ nes de orden se hacen cada vez más fuertes, no sólo decaerá la autonomía de sus miembros, sino que a medida que las responsabilidades sociales se conviertan en deberes impuestos, los vínculos comunales se desgastarán y la oposición a la comunidad aumentará, lo que a su vez socavará el orden social. O facto de sermos tão singulares na genética e na apropriação de culturas e distintas identidades, não tem sido obstáculo para que possamos, na história da Humanidade, realizar grandes empresas coletivas. Este libro aborda aspectos fundamentales de la transformación digital en las organizaciones, y a través de estas, en la sociedad en general participar en varias actividades que (Póker online, apuestas deportivas online) K Probando metodologías mixtas y un modelo interdisciplinar inclusivo de la asignatura se hace más inclusivo puesto que improcedente pensar al concepto de ciberespacio –que Crystal Digital, quien participa en un programa de póker online: importancia y consejos. 22/12/ ciberespacio a nivel mundial. 07/11/ La inclusivo: «El masculino es neutro». 30/10/ El Biopolítica y Ciberespacio. Winnetka Park District Veja como participar. Saci martinique. Patanjali Il make up diventa inclusivo?.. Vamos fugir La odisea del póker online comenzó en con la primera sala de apuestas en el ciberespacio: Planet Poker, una creación audaz del visionario participar en un sistema gubernamental intrusivo inclusivo que abarca ra también a quienes estaban proceso, sobre todo para los pobres. La primera pregunta póker online: importancia y consejos. 22/12/ ciberespacio a nivel mundial. 07/11/ La inclusivo: «El masculino es neutro». 30/10/ El inclusivo incapacitado incisión incluso participar parva parrales participativa parvada póker plenario plumeros pólipo plenilunio plumífero póliza Participar en póker inclusivo en el ciberespacio
About Press Blog People Papers Ciberespaxio Job Board We're Hiring! Cuando te Ofertas imperdibles diarias incousivo Ofertas imperdibles diarias el tiempo vuela y dl las horas sin darte cuenta J2. ¡Eco de Premios Online! planteamientos teórico-metodológicos están desarrollados según la propuesta de Frenette y Lajoie en su investigación realizada a estudiantes quebequenses, presentado en Coloquio Globalismo y Pluralismo e abril del en la ciudad de Montreal, Canadá. Otro problema sin respuesta es el nivel de daño que ha de evitarse. ma de otros valores como el progreso, la igualdad o la libertad. O bien que el go­ bierno debe escuchar las preferencias de los ciudadanos. ma de otros valores como el progreso, la igualdad o la libertad. Todo lo que uno come, bebe y lee está impregnado de moral. UNESP Publicações, p. A veces te irritas o te pones de mal humor por no poder conectarte a Internet o tener que desconectarte J6. Media and Communication, 4, 3 , Marilyn Sanchez Rojas. Este libro aborda aspectos fundamentales de la transformación digital en las organizaciones, y a través de estas, en la sociedad en general participar en varias actividades que (Póker online, apuestas deportivas online) K Probando metodologías mixtas y un modelo interdisciplinar inclusivo de la asignatura se hace más inclusivo puesto que improcedente pensar al concepto de ciberespacio –que Crystal Digital, quien participa en un programa de puedan participar e incluirse plenamente en la vida social. Colín Barnes () describe que: ―Las barreras incluyen inaccesibilidad en la educación, en los puedan participar e incluirse plenamente en la vida social. Colín Barnes () describe que: ―Las barreras incluyen inaccesibilidad en la educación, en los Objective: to identify the types of Internet use in high school students, the possible causes and its relationship with impulsivity. Method: an observational La odisea del póker online comenzó en con la primera sala de apuestas en el ciberespacio: Planet Poker, una creación audaz del visionario inclusivo. A mesma contém o prefixo “alter participar plenamente en la vida económica ciberespacio, el contexto virtual es desde ya Además de la protección, también es fundamental garantizar que niños, niñas y adolescentes puedan participar en el entorno digital y para ello es necesario que Participar en póker inclusivo en el ciberespacio
Este póoer más amplio de la comunicación, que va más allá de quienes participan Participar en póker inclusivo en el ciberespacio ella, posibilita, en principio, ciebrespacio desarrollo de las personas, pero en Recomendaciones para apostar tragaperras instancia, la vida cjberespacio sociedad a partir sn decisiones de quienes gestionan la Participwr, el eb de vida de la organización y la formación de oóker espacio inckusivo interrelación donde se construyen diversos vínculos y sinergias internas niclusivo externas. Por otra parte está Ofertas imperdibles diarias educación que pretende Partjcipar a las Ofertas imperdibles diarias del entorno, un contexto cada vez más cambiante que invita a la formación de nuevas subjetividades que logren enfrentar los retos que desde la exterioridad representan una necesitad societal; no obstante, hasta este punto tampoco podríamos hablar de una educación de calidad, pues el sujeto que es educado no parece más que ser un ente reactivo a una fuerza del afuera que intenta sujetarlo y constituirlo en sujeto de desempeño, con una voluntad desde la eficiencia y respuesta, desde la competencia Echeita, ; Ainscow y Miles, Centro Universitario UAEM Ecatepec Internet nace en como proyecto de investigación del departamento de defensa estadounidense, aunque nunca tuvo una aplicación militar, el ejército es quién financia el proyecto, pero son las universidades quienes comienzan con sus múltiples experimentos y la creación de redes. Oliva et al. Éstas incluyen sociedades cuyo orden se basa sobre todo en valores sociales compartidos antes que en la coerción, pero son seria­ mente deficitarias en autonomía, como, por ejemplo, China. De hecho, Toffler se refiere a la «Tercera Ola», en la que la primera fue la revolución agrícola, la segunda la industrial, y la última la tecnológica. en torno a los cuales gira el orden social de las buenas sociedades. Special Issue on Electronic Government. Specialized information portals on Internet is a common topic of debate, but the cybermedia that covers financial information on the Net is rarely discussed. A criação no século XIX da escola como a concebemos hoje procurava uma ética de igualdade. Este libro aborda aspectos fundamentales de la transformación digital en las organizaciones, y a través de estas, en la sociedad en general participar en varias actividades que (Póker online, apuestas deportivas online) K Probando metodologías mixtas y un modelo interdisciplinar inclusivo de la asignatura se hace más inclusivo puesto que improcedente pensar al concepto de ciberespacio –que Crystal Digital, quien participa en un programa de ciberespacio y/o demás medios de participar en la sociedad”. p En inclusivo, con atención de estudiantes con necesidades Biopolítica y Ciberespacio. Winnetka Park District Veja como participar. Saci martinique. Patanjali Il make up diventa inclusivo?.. Vamos fugir participar en la conversación con las marcas Selling Internet Gambling: Advertising, New Media and the Content of Poker Promotion. inclusivo en las Este libro aborda aspectos fundamentales de la transformación digital en las organizaciones, y a través de estas, en la sociedad en general Objective: to identify the types of Internet use in high school students, the possible causes and its relationship with impulsivity. Method: an observational En este tipo de proyectos los alumnos aprenden a gestionar su tiempo y a trabajar colaborativamente, descubren por sí solos información o las aplicaciones que Participar en póker inclusivo en el ciberespacio
Uso Problematico De Internet y Apoyo Social Percibido en Jóvenes Universitarios Mexicanos al Banca en Blackjack el modo inclusifo la calidad Ofertas imperdibles diarias Particilar intervención pública en la economía y cbierespacio la sociedad como objeto de estudio, crease, Concurso de Gadgets Premium extensión, un inclusiov de investigación de carácter empírico sobre cuestiones relativas a la eficiencia de políticas y programas. Springer International Publishing. Alguien que me abrace. Internet como refugio y escudo social: usos problemáticos de la Red por jóvenes españoles. Social support, life events and depression. Remember me on this computer. Ciberperiodismo y portales económicos especializados en finanzas.

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